skip to Main Content

 

Videira é contemplada por uma bela geografia com seus morros, colinas e vales que dão um tom especial à cidade. Neles se refletem sua vida e seu vigor. Entre os tantos morros está aquele que poderíamos chamar de “Esplanada da Matriz”, onde se situa o Eixo Cultural, como parte dela. Nessa esplanada  está uma síntese da vida da cidade. Podemos destacar sete ícones aí existentes que descrevem a trajetória da vida do cidadão videirense.

O Primeiro e mais antigo deles é (1) Igreja Matriz, símbolo da religiosidade professada nas diferentes igrejas presentes na cidade. A Matriz com sua beleza artística reflete a fé que anima e dá esperança às pessoas. Suas torres voltadas para o alto, apontam para vida além da morte. Seus alicerces foram lançados em 8 de dezembro de 1930, antes mesmo que Videira fosse Videira. Conhecida então pelo nome de Perdizes. Por muitos anos seu relógio marcou o tempo para os videirenses, seus sinos anunciavam as horas do dia e as missas que seriam celebradas. Ali lugar sagrado em que as pessoas rezam, se casam, batizam seus filhos, professam sua fé.

Em frente à igreja a bela praça da (2) Unidade Pe. José M. Wild”, obra arquitetônica que se destaca no “cartão postal de Videira”. Aí lugar de lazer, de descanso, de celebrações  e de homenagens.

Como parte do Eixo cultural está o (3) Museu do Vinho , antiga casa paroquial, residência dos padres, que recorda um passado que deu origem ao seu nome: Videira. Ali são guardadas memórias dos pioneiros desbravadores e construtores da cidade e das colônias com seus instrumentos de trabalho. No museu está um pouco da história de Videira

Em frente ao museu está o (4) Coreto, lugar da arte, da poesia e da nostalgia. Integrando o mesmo conjunto está a (5) Biblioteca Euclides da Cunha, como reserva de cultura, aberta à pesquisa de novos conhecimentos, de literatura e do saber.

No topo da esplanada está o (6) Colégio  Salvatoriano Imaculada Conceição, símbolo das diversas instituições que educam e preparam as crianças e jovens para uma profissão e para a vida. De fronte dele está um belo prédio de apartamentos que visualiza o progresso e a modernidade, ladeado por casas novas e antigas mesclando passado e presente em coexistência harmoniosa.

Um pouco mais além, margeando a rua Anchieta, está o (7) Cemitério que marca o percurso final da vida. Guarda os restos mortais daqueles que habitaram nesta cidade e nela viveram com suas famílias. Em seus mausoléus ficaram gravados em suas lápides seus nomes. Elas indicam que ali jazem restos mortais de alguém que aqui viveu, mas suas vidas continuam nos seus herdeiros. Para os que não creem  ali é o selo do fim da vida, para os que creem ali indica o começo do novo modo da vida que não termina.

A todo esse conjunto podemos apresentá-lo como novo “cartão postal de Videira”.

Pe. Deolino Pedro Baldissera, sds
Pároco

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Back To Top
X